Descubra as belezas e curiosidades do edifício centenário que abriga o museu, conhecido como Prédio Rosa. Conheça as principais minas do estado de Minas Gerais e suas riquezas. Revele a composição química e aplicabilidade dos metais na vida cotidiana. O Museu Expandido abriga ainda textos, imagens, aúdios, links e vídeos relacionados às temáticas do museu principal.
O acervo é formado por objetos adquiridos por meio de compras e doações de famílias e são relacionados às tipologias de História e Religião, em sua maioria peças de mobiliário, armaria, porcelanas, imaginária religiosa e objetos ligados à prática da mineração, datadas entre os séculos XVIII e XIX.
Possui uma coleção de arte internacionalmente reconhecida e uma área de visitação composta por floresta e jardim botânico. Desenvolveu uma intensiva linha de trabalho que visa a preservação da vegetação e o desenvolvimento da pesquisa botânica, buscando novas formas de preservar a biodiversidade.
Apresenta testemunhos da vida sociocultural mineira dos século XVIII e XIX, expondo peças de distintas tipologias e, principalmente, obras primas de Aleijadinho, Mestre Athaíde, Vieira Servas, João Nepomuceno, Pallière e tantos outros excepcionais artistas e artífices do período colonial.
Entre os objetos do acervo, podemos encontrar indumentária e imaginária sacra, armaria, um vasto acervo de numismática, mineralogia, além de instrumentos utilizados no processo de mineração do ouro e diamante, que juntos compõem o quadro do que foi o processo de formação e ocupação do norte de MG.
Compreende o total de 500 objetos inventariados, incluindo imagens sacras de roca, mobiliário, utensílios de cozinha, equipamento para extração de minério, pinturas, coleção numismática e documentação pertencente à família Ottoni, além de objetos culturalmente representativos da região.
Exibe o cotidiano mineiro do século XVII ao início do século XX. São 484 obras, em meio a peças do imaginário e mobiliário, pinturas, máquinas, equipamentos de trabalho, instrumentos musicais e meios de transporte, reunindo aspectos políticos, sociais, artísticos e históricos da identidade mineira.
Abrangendo dos séculos XVIII ao XX, o acervo de 450 peças expõe a expressiva religiosidade são-joanense presente desde suas origens. Compreende coleções de imaginária, prataria, ourivesaria, indumentária, pinturas, gravuras, numismática, condecorações, medalhas, mobiliário e livros litúrgicos.
Primeira cidade brasileira a receber da UNESCO o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. A cidade toda é uma obra-prima, que oferece um cardápio de histórias e um conjunto arquitetônico impactantes. A visita abrange as paróquias de N. S. do Pilar, de N. S. da Conceição e de Santa Efigênia.
Faz parte do Circuito Cultural da Praça da Liberdade, um dos destinos favoritos dos turistas. Oferece também oficinas e laboratórios desenvolvidos pelo Programa Educacional, que conta não apenas a história da capital, mas a história de todo o país.
O Instituto trabalha na recuperação de áreas degradadas da Mata Atlântica e na recuperação de mananciais da região conhecida como Bacia Hidrográfica do Rio Doce, uma das mais impactadas ambientalmente no Sudeste do Brasil.
Inaugurado em 2014, está instalado na antiga Cadeia Pública da cidade. Abriga 291 imagens de Sant’Ana, a santa protetora dos lares e da família, bem como dos mineradores. São obras de várias regiões do país, eruditas e populares, de vários estilos e técnicas, produzidas entre os séculos XVII e XIX.